Lembranças de Renata Fronzi
A atriz Renata Fronzi, de aos 82 anos, morreu na última terça dia 15 de abril. De acordo com informações de sua assessoria de imprensa, a causa da morte foi falência múltipla dos órgãos, em decorrência de diabetes. Fronzi, que ficou conhecida como a personagem Helena do seriado "Família Trapo", da TV Record, estava internada havia um mês no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
Sua Tragetória
Ela começou a carreira como bailarina no Teatro Municipal de São Paulo e fez diversas peças como vedete do Teatro de Revista. Nas décadas de 70 e 80, participou de novelas e seriados da TV Globo. Sua última aparição na TV foi no programa "Bronco", de Ronald Golias, transmitido pela TV Bandeirantes. Nascida em Rosário, na Argentina, em 1º de agosto de 1925, a atriz veio com os pais ainda bem pequena para o Brasil e foi morar em Santos, no litoral paulista. Fronzi estreou profissionalmente na companhia de teatro da atriz Eva Todor, na peça "Sol de primavera", em 1940.
Como Atriz
Além dos humorísticos "Família Trapo" e "Bronco", a atriz também atuou em outros programas humorísticos como "Faça humor, não faça guerra” , “Satyricon”, “Chico City” e “O Planeta dos Homens” A atriz também atuou em várias novelas. Entre seus principais trabalhos, estão as tramas de “Minha doce namorada” (1971), “O semideus” (1973), “A corrida do ouro” (1974), “Pecado rasgado” (1978), “Chega mais” (1980), “Jogo da vida” (1981), “Pão pão, beijo beijo” (1983), “Transas e caretas” (1984), “Corpo a corpo” (1984), "A idade da loba" (1995), "A história de Ana Raio e Zé Trovão" (1990), além de participações especiais nas séries “Malhação” (de 1996 a 1997) e na minissérie "Memorial de Maria Moura" (1994). Fronzi também fez papéis no cinema. Seus filmes mais recentes foram “Copacabana” (2001), de Carla Camurati, e “Coisa de Mulher” (2005), de Eliana Fonseca
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